{"id":122220,"date":"2024-06-27T18:07:04","date_gmt":"2024-06-27T21:07:04","guid":{"rendered":"https:\/\/onordeste.com.br\/?p=122220"},"modified":"2024-06-27T18:07:04","modified_gmt":"2024-06-27T21:07:04","slug":"alerta-para-proliferacao-de-caramujos-africanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/iparaiba.com.br\/index.php\/2024\/06\/27\/alerta-para-proliferacao-de-caramujos-africanos\/","title":{"rendered":"Alerta para prolifera\u00e7\u00e3o de caramujos africanos"},"content":{"rendered":"<p>A Vigil\u00e2ncia Ambiental de Campina Grande est\u00e1 intensificando as orienta\u00e7\u00f5es \u00e0 popula\u00e7\u00e3o diante da prolifera\u00e7\u00e3o do chamado caramujo-gigante-africano, cujo nome cient\u00edfico \u00e9 Achatina Fulica. O molusco pode destruir hortas e jardins, contaminar alimentos, favorecer a transmiss\u00e3o de algumas doen\u00e7as e servir de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.<\/p>\n<p>O caramujo africano \u00e9 considerado uma esp\u00e9cie invasora do ecossistema brasileiro e tende a se reproduzir em maior escala no per\u00edodo de chuvas. O molusco se disseminou em 23 dos 26 estados brasileiros. Cada exemplar pode realizar de 2 a 5 posturas no ano, variando de 50 a 400 ovos por postura.<\/p>\n<p>\u201cSeus ovos ficam semienterrados e as conchas do corpo podem servir de criadouros para o mosquito Aedes aegypti\u201d, alertou o gerente da Vigil\u00e2ncia Ambiental, o bi\u00f3logo especialista em gest\u00e3o ambiental, H\u00e9rcules Lafite.<\/p>\n<p>O caramujo-gigante-africano tamb\u00e9m pode ajudar a transmitir duas zoonoses (doen\u00e7as aos seres humanos): uma delas \u00e9 chamada de meningite eosinof\u00edlica, causada por um verme [Angiostrongylus cantonensis], que passa pelo sistema nervoso central, antes de se alojar nos pulm\u00f5es.<\/p>\n<p>A outra \u00e9 a angiostrongil\u00edase abdominal, causada pelo parasita [Angiostrongylus costaricensis]. O caramujo pode servir de hospedeiro para o parasita. Muitas vezes \u00e9 uma doen\u00e7a assintom\u00e1tica, mas em alguns casos pode levar ao \u00f3bito, por perfura\u00e7\u00e3o intestinal e peritonite.<\/p>\n<p>De acordo com a Nota T\u00e9cnica n\u00ba 30\/2022-CGZV\/DEIDT\/SVS\/MS, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que seja feita uma coleta cont\u00ednua, seguida da elimina\u00e7\u00e3o e do descarte. Esse processo pode ser realizado por qualquer pessoa.<\/p>\n<p>Para isto, \u00e9 necess\u00e1rio proteger as m\u00e3os com luvas ou sacolas pl\u00e1sticas; recolher os caramujos, ovos ou conchas; deposit\u00e1-los em um balde com solu\u00e7\u00e3o de cloro (tr\u00eas partes iguais de \u00e1gua para uma de cloro) e deix\u00e1-los de molho por 24 horas; em seguida, esmagar tudo com um martelo; envolver em sacos bem fechados e descart\u00e1-los em lixo comum.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ainda lavar bem todos os vegetais folhosos para consumo e n\u00e3o deixar as crian\u00e7as brincarem com os caramujos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Vigil\u00e2ncia Ambiental de Campina Grande est\u00e1 intensificando as orienta\u00e7\u00f5es \u00e0 popula\u00e7\u00e3o diante da prolifera\u00e7\u00e3o do chamado caramujo-gigante-africano, cujo nome cient\u00edfico \u00e9 Achatina Fulica. 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