Aeroporto poderá receber ainda mais voos

Agora é oficial: o vice-presidente do Senado Federal, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), recebeu a confirmação, da Superintendência da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), de que a companhia assinou contrato com uma nova empresa, a Air BP Petrobahia, que operará sob a bandeira Shell no aeroporto João Suassuna de Campina Grande. Isto resolve o problema do funcionamento do PAA (Posto de Abastecimento de Aeronaves) no aeroporto e restabelece a operação prevista para o próximo dia 20 de março.

“Essa era uma preocupação que já havia sido apresentada durante várias reuniões que tive com representantes da Associação Comercial de Campina Grande. Nosso gabinete procurou os dirigentes da Infraero para tratar da situação e, agora, estamos dando esse retorno, com a garantia da empresa de que em março o posto de abastecimento estará funcionando. O pleno funcionamento das operações no aeroporto de Campina Grande é muito importante para o desenvolvimento do município e da região”, explica Cássio.

A companhia, segundo informações da própria empresa, suspendeu a operação no Aeroporto João Suassuna devido ao impasse criado pelo posto de abastecimento de combustíveis instalado no terminal de passageiros local. A Infraero, porém, assegurou ao senador paraibano que já foi executada aquela rescisão contratual e, simultaneamente, foi assinado novo contrato com a empresa Air BP Petrobahia.

A nova empresa, inclusive, já esteve no aeroporto, onde foram feitas adequações para colocar o PAA em pleno funcionamento. A Infraero esclareceu que, com a Shell presente no PAA do Aeroporto João Suassuna, as companhias aéreas continuarão operando tranquilamente, inclusive as aeronaves privadas, que poderão abastecer normalmente.

A melhor notícia é que, com o posto de abastecimento funcionando, Campina Grande poderá ter novas opções de voos, inclusive, operados por outras empresas aéreas. Inicialmente, a Azul e a Gol serão as companhias mais beneficiadas, já que poderão fazer voos diretos conforme autonomia das aeronaves e da demanda de passageiros, já que não precisarão fazer escalas em aeroportos vizinhos para realizar o abastecimento dos aviões.

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